Diagnóstico precoce é fundamental no tratamento do câncer infantil

Thalita Ribeiro
17 de Abril de 2018


Crédito: VisualHunt.com

No início de abril, foi celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer. A data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem o objetivo de discutir o tema e conscientizar a população a respeito da doença. Mesmo tendo pouca incidência em jovens menores de 18 anos, cerca de 2% da população que sofreu com a doença era criança ou adolescente.

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Nessa idade, os tipos de câncer mais comuns são leucemia, com 60% dos casos infantis, e tumores no sistema nervoso central e linfático. O tumor que é conhecido como Wilms, afeta os rins e se manifesta quase que exclusivamente em crianças. A incidência em adultos é rara.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, a doença representa a primeira causa de morte por enfermidade entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, sendo 8% do total. É por isso que o diagnóstico precoce da doença nos mais jovens é tão importante quanto em adultos. O câncer infantil tem evolução acelerada, por conta da presença de células embrionárias no corpo, que têm capacidade de reprodução rápida.

Prevenção

O câncer infantil não tem prevenção, por isso a importância de diagnosticá-lo o quanto antes. De acordo com a Dra. Viviane Sonaglio, oncologista pediátrica da Rede D’Or São Luiz, alguns sintomas são comuns e podem ajudar nesse processo:

  • Febre prolongada, que não responde a medicamentos ou associada a outros sintomas, como gânglios aumentados;
  • Infecções de repetição, que acabam levando a criança várias vezes ao hospital;
  • Perda de peso inexplicável e contínua;
  • Dor persistente nos ossos e nas articulações, com intensidades que prejudicam as brincadeiras ou atividades do dia a dia;
  • Dores de cabeças acompanhadas de vômitos, geralmente durante a madrugada;
  • Caroços que não cedem – costumam aparecer no pescoço, axilas, virilhas e abdome.

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