Prótese capilar ajuda adolescente a resgatar autoestima e se livrar do bullying

Da Redação
6 de Fevereiro de 2019


Crédito: Divulgação

Um dia antes do seu aniversário de um ano, Gabriel Costa de Godoy – hoje, com 16 anos – foi vítima de uma inocente travessura: a mãe, Vanderléia, estava no fogão, fritando alguns alimentos. Quando ela se afastou, o menino se apoiou no fogão e puxou a frigideira pelo cabo. O óleo quente escorreu por sua cabeça, costas e pernas. Depois desse acidente, o cabelo de Gabriel nunca mais cresceu em certas regiões afetadas pelas queimaduras.

A medida em que foi crescendo, bonés e toucas eram os companheiros inseparáveis de Gabriel – sobretudo para ir à escola. Mesmo escondendo o problema, ele não deixou de ser vítima de bullying e outros incômodos resultantes de sua condição. “Era bem difícil pra mim. Mas, quando eu tinha sete anos, minha tia leu uma matéria sobre as próteses capilares da GIC. Ela entrou em contato com a empresa e passei a usar a prótese. Parei de sofrer bullying, não tive mais vergonha de sair de casa e aposentei os bonés e toucas”, conta.

De acordo com o psicanalista Marcus Felipe Heles, é de extrema importância que o adolescente se sinta bem com sua aparência. “Isto reflete, de forma definitiva, em sua autoestima, na capacidade de sentir-se seguro e confiante para enfrentar a vida superando obstáculos e frustrações”, afirma.

As próteses capilares

A GIC atua no mercado nacional e internacional de próteses capilares há mais de 30 anos. No Brasil, chegou pelas mãos de Norberto Levin, mais conhecido como Tito. “A prótese substitui os cabelos mantendo as características dos cabelos naturais da pessoa, da espessura dos fios à cor, incluindo os grisalhos”, diz o empresário. “Outra vantagem é que o usuário da prótese capilar não precisa modificar seu estilo de vida. Ele pode continuar sua prática de natação, futebol, tênis, esportes náuticos e até esportes radicais. É vida normal”, completa.

As próteses capilares são procuradas por pessoas de todas as idades que sofrem com a calvície total ou parcial, causada por doenças ou fatores genéticos. Também é objeto de desejo daqueles que perderam os cabelos em função de tratamentos quimioterápicos. “A perda pode abalar emocionalmente estas pessoas e desencadear quadros mais sérios como isolamento social ou depressão. Estamos aqui para ajudar”, comenta Levin.

Na prática, após análise e diagnóstico da área de cobertura, o profissional escolhe a prótese capilar de forma a deixar o visual do usuário o mais natural possível. A aplicação é feita em boxes individuais, com total discrição.

A prótese exige manutenção periódica, ao menos, uma vez por mês. Em casa, o usuário também precisa seguir alguns cuidados como lavar e hidratar os fios com produtos especializados para manter o brilho e a hidratação, e pentear com cuidado, para evitar  o embaraçamento e a consequente perda de fios.

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